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A introdução de espécies estranhas num ecossistema constitui a maior ameaça para a biodiversidade, só superada pela perda de habitat, e pode provocar graves prejuízos económicos, segundo um estudo apresentado  pela União Mundial para a Natureza (IUCN).

            "A factura económica a pagar por esta prática ascende a milhões de dólares todos os anos. As pragas, as ervas daninhas e os elementos patogénicos têm efeitos devastadores para o planeta", afirmou Jeffrey A. McNeely, cientista da IUCN.
            Os turistas introduzem, muitas vezes inconscientemente, ervas daninhas nos parques naturais, que degradam esses ecossistemas protegidos, enquanto as pragas e outros elementos patogénicos invasores atacam as colheitas e o gado.
            Segundo o estudo, através das águas residuais infiltram-se organismos aquáticos, bactérias e vírus nos ecossistemas marinhos ou de água doce que degradam zonas de pesca muito importantes.
A IUCN publicou hoje uma lista de cem espécies estranhas que demonstraram a sua capacidade não só para viajar para lugares onde antes eram desconhecidas como para aí se estabelecerem, crescerem e inclusivamente dominar as outras.   Entre as espécies invasoras inclui-se a "formiga louca" ( Anoplolepis gracilipes) que se infiltrou em vários ecossistemas e danificou o meio ambiente em locais como o Hawai, Seychelles ou Zanzibar. Em apenas 18 meses, esta formiga matou três milhões de caranguejos na ilha Christmas, no Pacífico, e destruiu bosques ao devorar folhas e sementes das árvores.
            A alga marinha chamada Caulerpa taxifolia, também conhecida como alga assassina, foi introduzida acidentalmente no Mónaco em 1984, entre as águas residuais de um aquário, e estendeu-se rapidamente pelo Mediterrâneo onde desalojou as outras algas e devorou espécies autóctones de fauna e flora.
            O jacinto aquático Eichornia crassipes, uma flor violeta da América do Sul utilizada para enfeitar os tanques, já se encontra em 50 países dos cinco continentes, onde infesta as vias fluviais e cria obstáculos à navegação, pesca e natação, ao mesmo tempo que impede que a luz solar e o oxigénio cheguem às plantas submersas.
            Entre as outras espécies invasoras estão o coelho, os mexilhões zebra, o tição da castanha, rãs e sapos, a lontra, o esquilo ou o macaco, passando por plantas terrestres (mimosa, árvore da quinina), aves como o estorninho, invertebrados (mosquitos, formigas,  escaravelhos) e peixes (carpas, trutas).

Proveniência: Clix noticias

 


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